quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Revolução Francesa
Questões sobre a Revolução Francesa
O que foi a Revolução Francesa?

A Revolução é considerada como o acontecimento que deu início à Idade Contemporânea. Aboliu a servidão e os direitos feudais e proclamou os princípios universais de "Liberdade,Igualdade e Fraternidade" (Liberté, Egalité, Fraternité), frase de autoria de Jean-Jacques Rousseau. Para a França, abriu-se em 1789 o longo período de convulsões políticas do século XIX, fazendo-a passar por várias repúblicas, uma ditadura, uma monarquia constitucional e dois impérios.

O que foi o Iluminismo ?

são termos que designam um dos mais importantes e prolíficos períodos da história intelectual e cultural ocidental.
Ainda que importantes autores contemporâneos venham ressaltando as origens do Iluminismo no século XVII tardio,não há consenso abrangente quanto à datação do início da era do Iluminismo.

Quem foi Robespierre ?

Maximilien François Marie Isidore de Robespierre (6 de maio de 1758, Arras — 28 de julho de 1794, Paris), advogado e político francês, foi uma das personalidades mais importantes da Revolução Francesa.

Os seus amigos chamavam-lhe "O Incorruptível". Principal membro dos Montanha durante a Convenção, ele encarnou a tendência mais radical da Revolução, transformando-se numa das personagens mais controversas deste período. Os seus inimigos chamavam-lhe o “Candeia de Arras”, “Tirano” e “Ditador sanguinário” durante o Terror.

Cite 3 Iluminisatas e explique um pensador Iluministas


David Hume, retratado por Allan Ramsey, 1766,
Voltaire, retratado por Nicolas de Largillière, 1718.
Voltaire, retratado por Nicolas de Largillière, 1718


David Hume, retratado por Allan Ramsey, 1766,
Fundador do empirismo moderno (com Locke e Berkeley) e, por seu ceticismo, o mais radical entre os empiristas, Hume opôs-se particularmente a Descartes e às filosofias que consideravam o espírito humano desde um ponto de vista teológico - metafísico. Assim Hume abriu caminho à aplicação do método experimental aos fenômenos mentais. Sua importância no desenvolvimento do pensamento contemporâneo é considerável. Teve profunda influência sobre Kant, sobre a filosofia analítica do início do século XX e sobre a fenomenologia.
O estudo da sua obra tem oscilado entre aqueles que colocam ênfase no lado cepticista (tais como Reid, Greene, e os positivistas lógicos) e aqueles que enfatizam o lado naturalista (como Kemp Smith, Stroud, e Galen Strawson). Por muito tempo apenas se destacou em seu pensamento o ceticismo destrutivo. Somente no fim do século XX os comentadores se empenharam em mostrar o caráter positivo e construtivo do seu projeto filosófico.




Quais foram as fases da Revolução Francesa ?

Primeira fase (1789 - 1792)
Implantação da Monarquia Moderada
- Luís XVI convocou a Assembléia dos "Estados Gerais" para solucionar a crise financeira da França (5-Maio-1789). O "O Terceiro Estado" não concorda com sistema de votação, e se auto-proclama Assembléia Nacional Constituinte tendo como meta elaborar uma Constituição para a França (17-Junho-1789). A situação agravou-se para o Rei, não discutida a questão financeira e, em lugar dos "Estados Gerais", instalara-se uma Assembléia Nacional Constituinte; paralelamente, o povo protestava contra a elevação dos preços dos gêneros alimentícios, iniciando saques em castelos, e, mosteiros e realizando em represália a Tomada da Bastilha (14-Julho-1789). A Assembléia Nacional aprovou a abolição dos antigos privilégios de classe (4-Agosto-1789). A Assembléia Nacional aprovou os Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, cujo os princípios de Liberdade, Igualdade e fraternidade. A Assembléia Nacional elaborou a primeira Constituição, instalando em conseqüência a Monarquia Constitucional na França (14-Setembro-1791). As decisões da Assembléia Nacional em sua maioria não foram executadas; o povo revoltado ameaçou a família real. O Rei perdeu a confiança do povo: havia investigado uma intervenção da Áustria a seu favor (a Rainha, Maria Antonieta era austríaca ); não concordara com a decisão da Assembléia de obrigar os nobres que emigraram a voltar a França sob pena de perder os bens ; finalmente o Rei Luís VXI tentou fugir da França .
Segunda fase (1792 - 1794)
Governo Radical Republicano
-Em Paris foi organizada a Comuna Insurrecional sob direção de líderes populares ( Marat, Danton, Hebert) e foi estabelecido um Conselho Executivo Provisório (9-Setembro-1792); a Convenção Nacional declarou abolida a Realeza e implantou a República (21-Setembro-1792); as disputas pelo poder dentro da Convenção Nacional levaram a formação de 3 grupos políticos - a Montanha, representado as classes trabalhadoras , disposta a prosseguir a Revolução a qualquer custo; a Gironda, representando a burguesia , interessada em deter a Revolução, para evitar a desorganização interna que ameaçava as atividades econômicas; e a Planície, votando ora com um, ora com outro grupo. A situação interna continuava difícil: falta de gêneros alimentícios, subida de preços e rebeliões populares; o Rei foi sentenciado á morte na guilhotina (21-Janeiro-1793); o poder na Convenção Nacional foi dominado pelos membros da Montanha, que estabeleceram o Governo Ditatorial (2-Junho-1793), realizando prisões e execuções em massa; as realizações positivas do governo Ditatorial foram: abolição definitiva dos privilégios de classe, tabelamento de preços , elaboração de normas visando as possibilidades de educação extinção das rebeliões internas, organizada força militar para enfrentar a ameaça externa; a violência usada durante o governo ditatorial determinou a sua queda devido aos excessos de Robespierre, Chefe do Governo (27-Julho-1794). O período do Governo Ditatorial é conhecido como "Época do Terror".
Terceira fase (1794 - 1799)
Governo Conservador Republicano
-Com a queda de Robespierre iniciou-se a terceira fase da Revolução. O poder, que estivera com os líderes populares na segunda fase da Revolução, passou novamente as mãos da burguesia; com a elaboração de uma nova Constituição de 1795 instalou-se a fase do Diretório em que o poder executivo ficou nas mãos de 5 "diretores" e o poder legislativo nas mãos de dois órgãos o Conselho dos Quinhentos e o Conselho dos Anciãos; o Diretório procurou eliminar os grupos que lutavam pela restauração da monarquia e os grupos revolucionários de tendências radicais. O Diretório desinteressou-ser pelos graves problemas das classes mais baixas, nada realizando para prosseguir as reformas de caráter social; a guerra passou de defensiva para ofensiva tornando-se a maior preocupação do Diretório, pois a recuperação financeira do país dependia do recebimento pelo Estado dos tributos provenientes dos territórios ocupados pelos franceses; o Diretório dependia das vitórias do General Napoleão Bonaparte, ao mesmo tempo que o Diretório ia perdendo prestígio pela sua fraqueza, o General Napoleão Bonaparte se tornava ídolo popular. O General Napoleão Bonaparte aproveitou-se da situação para derrubar o Diretório e instalar-se na França um governo sob sua liderança - o Consulado (9-Novenbro-1799).

o que você entendeu sobre o documentario?


Contúdo conclui - se que  França era um país absolutista nesta época. O rei governava com poderes absolutos, controlando a economia, a justiça, a política e até mesmo a religião dos súditos. Havia a falta de democracia, pois os trabalhadores não podiam votar, nem mesmo dar opiniões na forma de governo. Os oposicionistas eram presos na Bastilha (prisão política da monarquia) ou condenados à guilhotina.
A sociedade francesa do século XVIII era estratificada e hierarquizada. No topo da pirâmide social, estava o clero que também tinha o privilégio de não pagar impostos. Abaixo do clero, estava a nobreza formada pelo rei, sua família, condes, duques, marqueses e outros nobres que viviam de banquetes e muito luxo na corte. A base da sociedade era formada pelo terceiro estado (trabalhadores, camponeses e burguesia) que, como já dissemos, sustentava toda a sociedade com seu trabalho e com o pagamento de altos impostos. Pior era a condição de vida dos desempregados que aumentavam em larga escala nas cidades francesas.
A vida dos trabalhadores e camponeses era de extrema miséria, portanto, desejavam melhorias na qualidade de vida e de trabalho. A burguesia, mesmo tendo uma condição social melhor, desejava uma participação política maior e mais liberdade econômica em seu trabalho.
A situação social era tão grave e o nível de insatisfação popular tão grande que o povo foi às ruas com o objetivo de tomar o poder e arrancar do governo a monarquia comandada pelo rei Luis XVI. O primeiro alvo dos revolucionários foi a Bastilha. A Queda da Bastilhamarca o início do processo revolucionário, pois a prisão política era o símbolo da monarquia francesa.
O lema dos revolucionários era " Liberdade, Igualdade e Fraternidade ", pois ele resumia muito bem os desejos do terceiro estado francês.


Quem eram os Girondinos, Jacobinos e Montanheses?

Girondins era a denominação de um grupo político moderado, chefiado por Jacques-Pierre Brissot (1754-1793) durante a Revolução Francesa. Compreendia junto com os Jacobins (liderados por Robespièrre) e Cordeliers (por Danton) o Terceiro Estado, e ocupavam o lado esquerdo da Assembléia, ficando o direito para o Clero (Primeiro Estado) e Aristocracia (Segundo Estado). Defendiam uma Monarquia Constitucional e se enfraqueceram politicamente com a tentativa de fuga de Louis XVI. A conotação política dos termos Esquerda e Direita provém desta divisão inicial da Assembléia Nacional Francesa. Os Girondins tinham em seus quadros representantes da alta, média e baixa burguesia.jacobinismo, também chamado jacobismo, teve uma significação diferenciada e evolutiva ao longo dos tempos. Originalmente, um jacobino era um membro do Clube Jacobino, clube maçónico francês com representação nos Três Estados e, depois, na Assembleia Nacional Francesa. No seu início, nos finais do século XVIII na França, a expressão era geralmente aplicada de forma pejorativa a qualquer corrente de pensamento que, para quem aplicava o termo, fosse defensora de opiniões revolucionárias extremistas! O termo era em geral atirado por pessoas que defendiam a democracia, contra esquerdistas radicais que pregavam a ditadura paradoxalmente para impor pela força a própria democracia. Os primeiros jacobinos, setecentistas, eram pequeno-burgueses ainda muito ligados às suas origens rurais e pobres, com pensamentos políticos e sociais radicais (queriam o extermínio dos nobres).A Montanha (os Montanheses) foi um grupo político na Convenção Nacional.Durante a Revolução Francesa, os deputados da Assembléia Nacional Legislativa de 1791 que ocupavam os bancos mais elevados da Assembléia (a "Montanha"), tomaram o nome de Montanheses, enquanto os deputados dos bancos mais baixos receberam o nome de "Planície" ou de "Marais" (em francês).Favoráveis à República, dominados por Georges Danton, Jean-Paul Marat e Maximilien de Robespierre, os Montanheses conheceram seu apogeu na primavera de 1793, com 300 deputados na Assembléia Nacional, na maior parte eleitos pelo departamento do Sena e de grandes cidades. Hostis à Monarquia, favoráveis a uma democracia centralizada, os Montanheses, próximos à pequena burguesia, apoiavam-se nos Sans-culottes e combatiam os Girondinos, representantes da burguesia abastada, que conseguiram derrubar do poder em 2 de Junho de 1793.

 Por que podemos dizer que a Revolução devorou os seus próprios filhos?

Pode-se dizer a frase pois todos aqueles que lideraram a revolução de alguma maneira foram alem daquilo que foi previsto e acabaram morrendo devido aquilo que lutavam a pensamento e atitudes não previstas .

 Quem foi Marat?




Jean-Paul Marat (24 de Maio de 1743 - 13 de Julho de 1793) foi um médico, filósofo, teorista político e cientista mais conhecido como jornalista radical e político da Revolução Francesa. Seu trabalho era conhecido e respeitado por seu caráter impetuoso e sua postura descompromissada diante do novo governo, Inimigos do Povo e reformas básicas para os mais pobres membros da sociedade. Sua persistente perseguição, voz consistente, grande inteligência e seu incomum poder preditivo levaram ele à confiança do povo e fizeram dele a principal ponte entre eles e o grupo radical Jacobino que veio ao poder em Junho de 1793. Por dois curtos meses, liderando para a queda da facção Girondina em Junho, ele era um dos três homens mais importantes na França, Juntamente com Georges Danton e Maximilien Robespierre. Ele foi apunhalado uma vez no coração com uma lâmina de seis polegadas enquanto estava dentro de sua banheira pela simpatizante Girondina Charlotte Corday. Marat cunhou o uso moderno da frase "inimigo do povo" e publicou extensas listas de tais inimigos em seu jornal, chamando-os para serem executados. O termo "inimigo do povo" foi posteriormente adotado pela Suiça durante o pequeno Expurgo na década de 1910 para rotular as pessoas acusadas de atividades contra-revolucionárias e crimes contra o Estados Unidos .


O que representou a queda da Bastilha para a Revolução?


A importância da Queda da Bastilha reside no fato de que a partir desse momento a revolução conta com a presença das massas trabalhadoras, deixando de ser apenas um movimento onde deputados julgavam que poderiam eliminar o Antigo Regime apenas fazendo novas leis.


A gravidade da crise econômica havia envolvido todo o país em uma situação caótica: os privilégios dados à nobreza e ao Alto Clero dilapidaram as finanças do país, situação ainda mais agravada com a participação da França na Guerra de Independência dos EUA em ajuda aos colonos e palas secas, responsáveis por uma crise agrária, que levava os camponeses miséria extrema e determinava o desabastecimento das cidades assim como a retração do comércio interno.


Quem eram os sans-cullotes?


Sans-Culottes (do francês "sem calção") era a denominação dada pelos aristocratas aos artesãos, trabalhadores e até pequenos proprietários participantes da Revolução Francesa a partir de 1771, principalmente em Paris. Recebiam esse nome porque não usavam os elegantes culottes, espécie de calções justos que apertavam no joelho que a nobreza vestia, mas uma calça de algodão grosseira. Na época da Revolução Francesa, a calça comprida era o típico traje da época usado pelos burgueses.


Explique os lemas da Revolução:


a) Liberdade· em filosofia, designa de uma maneira negativa, a ausência de submissão, de servidão e de determinação, isto é, ela qualifica a independência do ser humano. De maneira positiva, liberdade é a autonomia e a espontaneidade de um sujeito racional. Isto é, ela qualifica e constitui a condição dos comportamentos humanos voluntários.

b) Igualdade· é a inexistência de desvios ou incongruências sob determinado ponto de vista, entre dois ou mais elementos comparados, sejam objetos, indivíduos, idéias, conceitos ou quaisquer coisas que permitam seja feita uma comparação.

c) Fraternidade é um conceito filosófico profundamente ligado às ideias de Liberdade e Igualdade e com os quais forma o tripé que caracterizou grande parte do pensamento revolucionário francês. Vale lembrar que dos três, foi o único que não esteve no lema Iluminista, que era "Liberdade, Igualdade, Progresso

O que foi a Convenção Nacional?

Em agosto de 1792, uma intensa mobilização popular destronou o rei, e depois de elaborar a Carta Magna francesa, a Assembléia Nacional Constituinte dissolveu-se. A Assembléia Legislativa substituiu a Constituinte. Ameaça de intervenção externa, crise econômica e inflação. Abril de 1792: Declaração de guerra à Áustria e à Prússia; exércitos inimigos chegam a ameaçar a cidade de Paris; ala radical proclama a “pátria em perigo” e distribui armas à população parisiense.Comuna de Paris assume o poder e exige da Assembléia o afastamento do rei. 10 de agosto de 1792: Parisienses atacam o palácio real, detêm o soberano e exigem que o Legislativo suspenda-o de suas funções.Esvaziada de seu poder, a Assembléia convoca a eleição de uma Convenção Nacional. A revolução entrou numa fase radical. As primeiras medidas tomadas pela Convenção foram a Proclamação da República e a promulgação de uma nova Constituição (21 de setembro de 1792). Eleita sem a divisão dos eleitores em passivos e ativos, a alta burguesia monarquista foi derrotada. A Convenção contava com o predomínio dos representantes da burguesia. Entre os revolucionários de 1789, houve divisão. A grande burguesia não queria aprofundar a revolução, temendo o radicalismo popular. Aliada aos setores da nobreza liberal e do baixo clero, formou o Clube dos Girondinos. O nome "girondino" (do francês girondin) deve-se ao fato de Brissot, principal líder dessa facção, representar o departamento da Gironda e de seus principais líderes serem provenientes de lá. Eles ocupavam os bancos inferiores no salão das sessões. Os jacobinos (do francês jacobin) — assim chamados porque se reuniam no convento de Saint Jacques — queriam aprofundar a revolução, aumentando os direitos do povo; eram liderados pela pequena burguesia e apoiados pelos sans-culottes, as massas populares de Paris. Ocupavam os assentos superiores no salão das sessões, recebendo o nome de montanha. Seus principais líderes foram Danton, Marat e Robespierre. Sua facção mais radical era representada pelos raivosos, liderados por Jacques Hébert, que queriam o povo no poder. Havia ainda um grupo de deputados sem opiniões muito firmes, que votavam na proposta que tinha mais chances de vencer. Eram chamados de planície ou pântano. Havia ainda os cordeliers (camadas mais baixas) e os feuillants (a burguesia financeira).As modernas designações políticas de direita, centro e esquerda surgem neste momento: com relação à mesa da presidência identificavam-se à direita os girondinos, que desejavam consolidar as conquistas burguesas, estancar a revolução e evitar a radicalização; ao centro, a Planície ou Pântano, grupo de burgueses sem posição política definida; e à esquerda, a Montanha, composta pela pequena burguesia jacobina que liderava os sans-culottes, e que defendia o aprofundamento da revolução.Dirigida inicialmente pelos girondinos, a convenção realizava uma política contraditória: era revolucionária na política externa — ao combater os países absolutistas — mas conservadora na interna — ao procurar se acomodar com a nobreza, tentar salvar a vida do rei e combater os revolucionários mais radicais. Nesse primeiro período, foram descobertos documentos secretos de Luís XVI, no Palácio das Tulherias, que provaram o seu comprometimento com o rei da Áustria. O fato acelerou as pressões para que o rei fosse julgado como traidor. Na Convenção, a Gironda dividiu-se: alguns optaram por um indulto, outros pela pena de morte. Os jacobinos, reforçados pelas manifestações populares, exigiam a execução do rei, indicando o fim da supremacia girondina na Revolução.

 O assassinato de Marat por Charlotte Corday, representou o que para o processo da revolução?

Na data de hoje, em 1793, Charlotte Corday assassinou Marat, um dos líderes da revolução francesa. Comprou um faca no Palais Royal no começo da manhã e se dirigiu à casa do líder jacobino, localizada no faubourg Saint-Germain. Não conseguiu ser recebida senão às 17 horas, depois de iniciar um pequeno tumulto, dizendo ter revelações a fazer a Marat sobre a insurreição federalista que estava acontecendo na Normandia, naquele momento. Marat recebeu-a no banheiro, cena estranha, imortalizada na memória social. Corday era uma idealista, que se opunha ao regime do Terror, instaurado pelos jacobinos e defendido por Marat desde o mês de março desse ano. Foi imediatamente presa, julgada e executada. O fato deu início a um acirramento do regime, o chamado Grande Terror. Os girondinos passaram a ser perseguidos e mortos e os clubes femininos foram proibidos 

 Cite e identifique os três Estados Nacionais na França revolucionária.

A sociedade francesa, na época, estava dividida em três partes, conhecidas como Estados:






• Primeiro Estado - era o clero francês e estava dividido em alto e baixo. O alto clero era composto por elementos vindos das ricas famílias da nobreza, possuindo toda a sorte de privilégios, inclusive o de não pagar impostos. O baixo clero era o pobre, estando ligado ao povo em geral e não à nobreza, como o primeiro.










• Segundo Estado - era a nobreza em geral. Os privilégios eram incontáveis, sendo que o mais importante era a isenção de impostos. Ha que se salientar aqui que a nobreza também estava dividida: a nobreza cortesã, que vivia no palácio, e outros setores da nobreza, que viviam na corte, recebendo pensões do Rei, onerando os seus castelos, no campo, as custas do trabalho de seus servos. À medida que a crise aumentava, essa nobreza que viviam no campo aumentava a pressão sobre seus servo, favorecendo o clima de insatisfação.


• Terceiro Estado - era constituído de todos aqueles que não pertenciam nem ao Primeiro nem ao Segundo Estado. Afinal, o que era o Terceiro Estado?










Durante o processo revolucionário, grande parte da nobreza deixou a França, porém a família real foi capturada enquanto tentava fugir do país. Presos, os integrantes da monarquia, entre eles o rei Luis XVI e sua esposa Maria Antonieta foram guilhotinados em 1793.O clero também não saiu impune, pois os bens da Igreja foram confiscados durante a revolução.
  • Kaila Rute N° 22 3°A

segunda-feira, 12 de julho de 2010

A Vida sempre nos proporciona momentos dos quais
nos farão mudar de rumo de uma hora para outra .
No entanto se soubermos qual o melhor caminho a ser tomado
tenha certeza que nada dara errado .

sábado, 22 de maio de 2010

13 De Maio Abolição da Escravatura


Na época em que os portugueses começaram a colonização do Brasil, não existia mão-de-obra para a realização de trabalhos manuais. Diante disso, eles procuraram usar o trabalho dos índios nas lavouras; entretanto, esta escravidão não pôde ser levada adiante, pois os religiosos se colocaram em defesa dos índios condenando sua escravidão. Assim, os portugueses passaram a fazer o mesmo que os demais europeus daquela época. Eles foram à busca de negros na África para submetê-los ao trabalho escravo em sua colônia. Deu-se, assim, a entrada dos escravos no Brasil.










Os negros, trazidos do continente Africano, eram transportados dentro dos porões dos navios negreiros. Devido as péssimas condições deste meio de transporte, muitos deles morriam durante a viagem. Após o desembarque eles eram comprados por fazendeiros e senhores de engenho, que os tratavam de forma cruel e desumana.






Apesar desta prática ser considerada “normal” do ponto de vista da maioria, havia aqueles que eram contra este tipo de abuso. Estes eram os abolicionistas (grupo formado por literatos, religiosos, políticos e pessoas do povo); contudo, esta prática permaneceu por quase 300 anos. O principal fator que manteve a escravidão por um longo período foi o econômico. A economia do país contava somente com o trabalho escravo para realizar as tarefas da roça e outras tão pesados quanto estas. As providências para a libertação dos escravos deveriam ser tomadas lentamente.






A partir de 1870, a região Sul do Brasil passou a empregar assalariados brasileiros e imigrantes estrangeiros; no Norte, as usinas substituíram os primitivos engenhos, fato que permitiu a utilização de um número menor de escravos. Já nas principais cidades, era grande o desejo do surgimento de indústrias.Visando não causar prejuízo aos proprietários, o governo, pressionado pela Inglaterra, foi alcançando seus objetivos aos poucos. O primeiro passo foi dado em 1850, com a extinção do tráfico negreiro. Vinte anos mais tarde, foi declarada a Lei do Ventre-Livre (de 28 de setembro de 1871). Esta lei tornava livre os filhos de escravos que nascessem a partir de sua promulgação.






Em 1885, foi aprovada a lei Saraiva-Cotegipe ou dos Sexagenários que beneficiava os negros de mais de 65 anos.Foi em 13 de maio de 1888, através da Lei Áurea, que liberdade total finalmente foi alcançada pelos negros no Brasil. Esta lei, assinada pela Princesa Isabel, abolia de vez a escravidão no Brasil.



Bibliografia : http://mensagensepoemas.uol.com.br/datas-especiais/datas-diversas/13-de-maio-abolicao-da-escravatura.html



Conclusão : Podemos concluir que essa data foi marcante para a liberdade dos negros , pois no entanto o mesmo era escravo sem direitos de cidadandia como os senhores feudais da epoca .Hoje isso é diferete
negros tem liberdade e direitos dos quais é reconhecido por todos e respeitado e isso ocorreu graças a lei que deu liberdade para que isso podesse um dia chegar a se tornar real .









Kaila Lima     3°A     N°22

quarta-feira, 21 de abril de 2010

21 de Abril - A história de Tiradentes.


Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, batizado em 12 de novembro de 1746 — Rio de Janeiro, 21 de abril de 1792) foi um dentista, tropeiro, minerador, comerciante, militar e ativista político brasileiro. É reconhecido como mártir da Inconfidência Mineira e herói nacional no Brasil.



Biografia

Nascido num sítio no distrito de Pombal, próxima ao arraial de Santa Rita do Rio Abaixo, à época território disputado entre as vilas de São João del-Rei e São José do Rio das Mortes, nas Minas Gerais, da Silva Xavier era filho do português Domingos da Silva Santos, proprietário rural, e da brasileira Maria Antônia da Encarnação Xavier, tendo sido o quarto dos sete irmãos. Em 1755, após o falecimento da mãe, segue junto a seu pai e irmãos para a sede da Vila de São José; dois anos depois, já com onze anos, morre seu pai. Com a morte prematura dos pais, logo sua família perde as propriedades por dívidas. Não fez estudos regulares e ficou sob a tutela de um padrinho, que era cirurgião. Trabalhou como mascate e minerador, tornou-se sócio de uma botica de assistência à pobreza na ponte do Rosário, em Vila Rica, e se dedicou também às práticas farmacêuticas e ao exercício da profissão de dentista, o que lhe valeu a alcunha Tiradentes, um tanto depreciativa. Não teve êxito em suas experiências no comércio.




Com os conhecimentos que adquirira no trabalho de mineração, tornou-se técnico em reconhecimento de terrenos e na exploração dos seus recursos. Começou a trabalhar para o governo no reconhecimento e levantamento do sertão brasileiro. Em 1780, alistou-se na tropa da capitania de Minas Gerais; em 1781, foi nomeado comandante do destacamento dos Dragões da patrulha do Caminho Novo, estrada que servia como rota de escoamento da produção mineradora da província ao Rio de Janeiro. Foi a partir desse período que Tiradentes começou a se aproximar de grupos que criticavam a exploração do Brasil pela metrópole, o que ficava evidente quando se confrontava o volume de riquezas tomadas pelos portugueses e a pobreza em que o povo permanecia. Insatisfeito por não conseguir promoção na carreira militar, tendo alcançando apenas o posto de alferes, o posto inicial do oficialato à época, e por ter perdido a função de comandante da patrulha do Caminho Novo, pediu licença da cavalaria em 1787.




Morou por volta de um ano na cidade carioca, período em que idealizou projetos de vulto, como a canalização dos rios Andaraí e Maracanã para a melhoria do abastecimento de água do Rio de Janeiro; porém, não obteve não conseguiu aprovação para a execução das obras. Esse desprezo fez com que aumentasse seu desejo de liberdade para a colônia. De volta a Minas Gerais, começou a pregar em Vila Rica e arredores, a favor da independência das Minas Gerais. Organizou um movimento aliado a integrantes do clero e da elite mineira, como Cláudio Manuel da Costa, antigo secretário de governo, Tomás Antônio Gonzaga, ex-ouvidor da comarca, e Inácio José de Alvarenga Peixoto, minerador. O movimento ganhou reforço ideológico com a independência das colônias estadunidenses e a formação dos Estados Unidos da América. Ressalta-se que à época, oito de cada dez alunos brasileiros em Coimbra eram mineiros, o que permitiu à elite regional acesso aos ideais liberais que circulavam na Europa.


Conclusão : Conclui -se que Tiradentes foi um homem que lutou pelos ideais de um povo sem sessar , foi um homem que lutou bravamente até o dia de sua morte. De todos os condenados somente ele  foi levado a forca ,pois foi dele que veio a mior motivaçao pela idependencia do Brasil.
Tiradentes lutou pela liberdade e foi mal visto por muitos , um fato que levou a sua morte ,mas no entanto Tiradentes hoje é lembrado e no dia de sua morte foi feito como um dia especial lembrando que um dia um bravo homem lutou pela liberdade Brasileira.



 
Kaila Rute Lima 3°A N ° 22

segunda-feira, 8 de março de 2010


"As vezes somos criticados por ser como somos,mas no entanto mesmo em meio a tantas cristicas não devemos mudar por opiniões alheias porque bem sabemos qe cada um é dono de sua propria  vida e que assim seja vivamos nossas vidas e deixemos a dos outros de lado ,então faça o mesmo voce tambem viva o lado bom da vida sem criticar a vida do próximo ". (Kaila Rute L.)

MULHER


Lágrimas de Mulher
Lágrimas que vertem nos olhos
Salgadas como a tristeza que aflora
Cansadas de seus abrolhos.
Deslizam sem culpa pela face afora.
Lágrimas que sufocam a saudade!
Que apagam os sonhos e geram vidas,
Lágrimas de alegrias, de realidade,
Deslizam nas faces sofridas.
Lágrimas caprichosas,
Das damas, das meretrizes,
Das donzelas e das senhoras,
Sonhando com os matizes.
Lágrimas que envolvem a sorte,
Que acompanham os filhos à guerra,
Teimosas que levam a morte,
Inconsoláveis que molham a terra!
Lágrimas que acalentam o filho,
Que regam um amor perdido,
Enganam um coração sofrido,
Que esperam por um sorriso!
Uma gota de lágrima quente,
Que nasce por um motivo qualquer...
A torna um ser diferente,
Incessantes lágrimas de mulher...

Dia Internacional da Mulher


08 de Março: A origem do Dia Internacional da Mulher
Como todos sabem, dia 08 de Março comemora-se o Dia Internacional da Mulher. Mas afinal de contas, de onde vêm essa data?
Tudo têm início no início do século XX durante a Segunda Revolução Industrial, época em que as mulheres começaram a trabalhar nas indústrias (principalmente têxteis). Você acha seu trabalho uma merda? Então imagine naquela época! As condições de trabalho eram péssimas, o que gerava grandes revoltas e protestos principalmente por parte das mulheres. Isso porque além de trabalharem mais de 16 horas por dia, elas recebiam apenas um terço do salário de um homem!
Um dos primeiros grandes protestos da mulherada contra as péssimas condições de trabalho e os salários ridículos, ocorreu dia 8 de Março de 1857 em Nova Iorque. Muitos protestos se seguiram, mas em especial podemos citar o de 1908, onde 15.000 mulheres marcharam sobre as ruas de Nova Iorque, reivindicando um conjunto de panelas de tefal que não grudavam… Huahuahuaha, brincadeira! Só estava vendo se você estava prestando atenção na história! É claro que elas estavam reivindicando melhores condições de trabalho, maiores salários e menores jornadas de trabalho! Huahuehaue, parei com as brincadeiras…
Depois aconteceram uns protestos pelos EUA e Europa, e o movimento foi ganhando força. No dia 25 de março de 1911 houve o trágico acidente que atingiu a fábrica têxtil da Triangle Shirtwaist, localizada nos 3 últimos andares (de um total de 10) de um edifício em Nova Iorque. Vários acordos haviam sido propostos pelos sindicados mas a fábrica recusava-se a assiná-los: as operárias eram submetidas a uma jornada diária de 14 horas de trabalho por um salário de 6 a 10 dólares por semana (não sei quanto isso valia na época, mas provavelmente não muito). Além disso, as condições eram um lixo: todo mundo fumava naquela porra apesar de ter têxteis iflamáveis espalhados por todos os lados, a iluminação era a gás e não havia extintores de incêndio. Quando o incêndio começou no prédio, o décimo e o oitavo andares foram rapidamente notificados e todos conseguiram escapar. Infelizmente o nono andar não foi avisado a tempo e a tragédia aconteceu. No andar inteiro havia apenas 2 possíveis saídas: uma delas já estava tomada pelo fogo e a outra estava trancada (havia sido trancada para evitar que as operárias descansassem ou roubassem materiais). As operárias então se dirigiram para a escada de emergência exterior, que caiu com o excesso de peso. Sem ter como sair, 146 operárias morreram no acidente (91 morreram no incêndio e 55 se jogaram das janelas e no vão do elevador). Quanta desgraça, né? Aposto que o Datena estaria xingando todo mundo numa hora dessas! Contei isso pois muitos acreditam erroneamente que esse acidente foi o que ocasionou a oficialização do Dia Internacional das Mulheres. Mas não foi!
A década de 60 foi marcada por um crescente movimento feminista, que garantiram às mulheres uma crescente igualdade perante aos homens. Em 1975, a Organização das Nações Unidas (ONU) adotou a data de 08 de março como o Dia Internacional da Mulher, para lembrar e homenagear todas as conquistas políticas, sociais e econômicas que as mulheres lutaram tanto para conseguir.


Lei Maria da Penha


Criada em 2006, a lei protege as mulheres da violência doméstica e representa um avanço na legislação brasileira. Entre as inovações legais está a impossibilidade de a vítima retirar a queixa de agressão, a menos que isso seja feito perante o juiz, em audiência marcada exclusivamente com este fim

Durante todo o século 20, convivemos com o Código Civil elaborado por Dom Pedro II e pelo jurista Augusto Teixeira de Freitas, ainda no século 19, e que entrou em vigor em 1917. Entre outras coisas, o documento considerava o homem como o chefe de família e os escravos como bens móveis; o adultério feminino era entendido como crime e as filhas poderiam ser deserdadas, caso fossem “ingratas” com o pai – um instrumento para cercear a liberdade e a sexualidade femininas. Apenas em 2002 esse Código Civil foi revogado e substituído por outro, em conformidade com a Constituição do país, de 1988, que, em seu artigo 226, no parágrafo 8º, prima pela não violência familiar, sem fazer distinção entre direitos de homens e mulheres.

No entanto, normalmente, são as mulheres as vítimas da violência em casa. Por isso, em 2005, um projeto de lei que visava à proteção das mulheres no âmbito doméstico foi aprovado na Câmara dos Deputados e, em julho do ano seguinte, no Senado. Surgia assim, a lei 11.340/06, batizada de Maria da Penha, em homenagem à farmacêutica bioquímica que ficou paraplégica por causa de um tiro nas costas dado pelo próprio marido e se tornou um ícone da luta contra a violência doméstica e a impunidade dos agressores.

Atualmente, sua constitucionalidade vem sendo questionada por alguns juristas que são contra a distinção de tratamento entre homens e mulheres em relação à violência. A advogada e professora da USP, Eunice Prudente, defensora da lei Maria da Penha, diz que as estatísticas são claras ao demonstrar que é a mulher quem deve ser protegida.

Foram muitos os avanços legais trazidos pela Lei Maria da Penha, entre eles:
- a definição do que é violência doméstica, incluindo não apenas as agressões físicas e sexuais, como também as psicológicas, morais e patrimoniais;
- reforça que todas as mulheres, independentemente de sua orientação sexual são protegidas pela lei, o que significa que mulheres também podem ser enquadradas – e punidas – como agressoras;
- não há mais a opção de os agressores pagarem a pena somente com cestas básicas ou multas. A pena é de três meses a três anos de prisão e pode ser aumentada em 1/3 se a violência for cometida contra mulheres com deficiência;
- ao contrário do que acontecia antigamente, não é mais a mulher quem entrega a intimação judicial ao agressor;
- a vítima é informada sobre todo o processo que envolve o agressor, especialmente sobre sua prisão e soltura;
- a mulher deve estar acompanhada por advogado e tem direito a defensor público;
- podem ser concedidas medidas de proteção como a suspensão do porte de armas do agressor, o afastamento do lar e uma distância mínima em relação à vítima e aos filhos;
- permite prisão em flagrante;
- no inquérito policial constam os depoimentos da vítima, do agressor, de testemunhas, além das provas da agressão;
- a prisão preventiva pode ser decretada se houver riscos de a mulher ser novamente agredida e
- o agressor é obrigado a comparecer a programas de recuperação e reeducação.


Além disso, a lei prevê Juizados Especiais de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher para julgarem os crimes e definirem questões relativas a divórcio, pensão e guarda dos filhos, por exemplo. A medida é importante, pois retira a competência dos juizados especiais criminais (como previa a lei 9.099, de 1995), que entendiam a violência doméstica como um crime de menor potencial ofensivo. No entanto, “as violências em família são sérias, mulheres têm perdido a vida por causa disso”, lembra Eunice Prudente.

Outro ponto positivo da Lei Maria da Penha é que ela cria dificuldades para que as mulheres voltem atrás em suas denúncias, afinal é grande o número de vítimas que retiram a queixa de agressão após sofrerem ameaças do companheiro ou ouvirem mais um pedido de desculpas. Desde 2006, a mulher só pode desistir da denúncia na frente do juiz, em audiência marcada exclusivamente para esta finalidade.


OS RESULTADOS DA LEI


A Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres realizou um estudo, entre outubro de 2006 e maio de 2007, para mensurar os impactos da Lei Maria da Penha na vida das brasileiras. Neste período:
- abriram-se 32.630 inquéritos em delegacias do país com depoimentos das vítimas, dos agressores e de testemunhas;
- 10.450 processos criminais foram encaminhados nos Juizados e Varas adaptadas;
- 5.247 medidas de proteção às vítimas foram autorizadas;
- realizaram-se 846 prisões m flagrante e 77 em caráter preventivo e
- foram feitos 73 mil atendimentos pelo Ligue 180, sendo que 11,1 mil se tratavam de pedidos de informações sobre a lei Maria da Penha;

De meados de 2006 a setembro de 2007, foram criados 15 Juizados Especiais de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher e 32 Varas foram adaptadas. A própria secretaria reconhece que o volume ainda é bem inferior ao necessário para combater o problema e que a dificuldade advém de uma mudança de cultura do próprio Judiciário.

Ainda é difícil prever os resultados concretos da lei em relação à quantidade de casos de violência praticados contra a mulher. Se cai o número de denúncias, não é possível determinar se isso se deve a uma intimidação maior das mulheres por conta do novo instrumento legal, ou se, de fato, a lei inibe a ação dos agressores. Por outro lado, um aumento de denúncias pode revelar tanto que as mulheres estão mais corajosas para lutar por seus direitos quanto que o número de agressões, de fato, aumentou.

De todo modo, a lei Maria da Penha cumpre a indiscutível função de colocar o assunto em evidência e chamar a atenção da sociedade para este antigo drama contemporâneo.

Conclusão :

Comemorado no dia 8 de março o dia internacional da mulher é uma data feita em homenagem aos feitos sociais, econômicos e políticos conquistados pela mulher, além das lutas femininas para a conquista da sua igualdade perante a sociedade.
A origem da data deve-se à greve realizada por operárias de uma fábrica em Nova Iorque no dia 8 de março de 1857, onde elas reivindicaram a favor de melhorias em suas condições de trabalho como a redução da carga horária de 16 horas que eram obrigadas a cumprir, queriam também um salário como o dos homens, além de respeito e tratamento digno no ambiente de trabalho.
Com o ocorrido houve outros marcos importantes para que um dia essa luta fosse iniciada ,comtudo percebemos que as mulheres mereceram essa conquista e cada dia que passa se mostram mais guerreiras,mais batalhadoras e conquistando cada vez mais o seu espaço entre este grande duelo que existe entre homem X mulher .

Kaila Rute Lima dos Santos 3°A